| Veículos a gás |
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Os veículos que, alternativamente, funcionam a GNV (Gás Natuaral Veicular), são mais expostos a apresentar problemas na bomba elétrica de combustível. Isso sucede, normalmente, por má informação ao condutor, que em busca de uma maior economia acaba por descuidar de aspectos importantes no funcionamento da bomba de combustível. Os veículos movidos a gás normalmente mantêm o sistema de alimentação do combustível original em funcionamento, sendo que somente as válvulas injetoras deixam de funcionar quando o veículo roda no gás. Dessa forma a bomba de combustível continua a funcionar mesmo quando o veículo esta rodando no gás. É comum o usuário desses veículos não manter nível adequado de combustível no tanque de combustível, que recomendamos seja de no mínimo ¼ de sua capacidade. Caso o veículo fique sem combustível no tanque, ao rodar no gás e com a bomba de combustível funcionando em seco, a bomba sofrerá superaquecimento chegando mesmo a, literalmente, derreter, podendo até provocar curto circuito no sistema elétrico. Aos usuários de veículos movidos a GNV recomendamos a utilização em pelo menos 20% do total de quilômetros percorridos diariamente com o combustível original do veículo. Essa prática evitará o envelhecimento do combustível no tanque, bem como proporcionará uma maior durabilidade das válvulas injetoras e uma melhor lubrificação das partes altas do motor. Os sistemas de GNV mais avançados à disposição do consumidor no mercado já incorporam tecnologia que desliga a bomba de combustível quando o veículo roda no gás. Mesmo nesse caso recomendamos que as observações acima sejam acatadas. Outro dado interessante de ressaltar é que, em alguns modelos de veículos, a instalação do cilindro de armazenamento de gás impede o acesso normal à bomba de combustível, fazendo que para a manutenção da mesma seja necessária a remoção do tanque de combustível, ou do cilindro de gás, fato que encarece o serviço. |